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dc.contributorCristina da Silva, Thamires (Dir.)-
dc.creatorda Silva Nalesso, Adriana-
dc.date2023-
dc.date.accessioned2023-04-24T21:03:47Z-
dc.date.available2023-04-24T21:03:47Z-
dc.identifier.citationda Silva Nalesso, Adriana. 2023. Bancárias em home office e os desafios da regulação do trabalho na era digital. Tesis de maestría, Flacso Brasil.es_ES
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10469/19059-
dc.descriptionEsta dissertação trata dos desafios da regulação do teletrabalho no Brasil, considerando a intersecção entre os impactos da reforma trabalhista, o papel do Estado e a divisão social e sexual do trabalho com foco nas trabalhadoras da categoria bancária que executam as suas atividades laborais na modalidade home office. O estudo sobre as trabalhadoras bancárias permite ampliar o olhar sobre as configurações recentes no mercado de trabalho a partir das novas tecnologias e os impactos sociais relacionados à intensificação do trabalho à distância durante a pandemia do Sars-Cov-2. Para tanto, correlaciona as variáveis emprego, saúde e condições de trabalho, buscando desvendar os aspectos relacionados aos direitos trabalhistas e ampliar o entendimento acerca das formas flexíveis de trabalho, tendo a desregulamentação dos direitos sociais pelo Estado e a flexibilização das condições de trabalho como processos que resultam das mudanças do mundo do trabalho, dentre os quais atingem intensamente segmentos mais vulneráveis da população, incluindo as mulheres. O teletrabalho se tornou um fenômeno passível de investigação empírica no período mais recente devido a sua rápida disseminação nas relações de trabalho em função da necessidade de isolamento social imposta pela pandemia do coronavírus, estimulando empresas a investirem cada vez mais em tecnologias comunicacionais e no chamado “marketing positivo” para persuadir os(as) trabalhadores(as) acerca dos benefícios do home office. A pesquisa que concebemos problematiza a disputa ideológica no cenário do neoliberalismo em relação à nova dinâmica estabelecida no mercado de trabalho, trazendo para a discussão processos como a precariedade nas relações de trabalho à luz digitalização, e a retirada de direitos defendida e legitimada pelas políticas de ajuste fiscal do Estado, que corroboraram as desigualdades de gênero. O argumento central é o de que após a pandemia observou-se um agravamento da exploração sobre a força de trabalho feminina, em específico, das bancárias, considerando o caráter imaterial e invisível do trabalho exercido aos olhos da sociedade. Somado a isso, buscamos discutir como o movimento sindical bancário tem enfrentado os desafios da organização em busca de defesa da proteção dos direitos trabalhistas, e como tem empregado esforços de regulação do teletrabalho visando condições equânimes de trabalho entre homens e mulheres e a ampliação da proteção social para elas.es_ES
dc.format291 p.es_ES
dc.languagepores_ES
dc.publisherSão Paulo, Brasil: FLACSO Sede Brasiles_ES
dc.rightsopenAccesses_ES
dc.rightsAtribución-NoComercial-SinDerivadas 3.0 Ecuador*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/ec/*
dc.subjectDERECHOS DE LA MUJERes_ES
dc.subjectTRABAJOes_ES
dc.titleBancárias em home office e os desafios da regulação do trabalho na era digital.es_ES
dc.typemasterThesises_ES
dc.tipo.spaTesis de maestríaes_ES
Aparece en las colecciones: Maestría en Estado, Gobierno y Políticas Públicas

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